| Título: | PERCURSO HISTÓRICO E DISCURSIVO DAS INSTITUIÇÕES DE ACOLHIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ENTRE A LÓGICA DA JUSTIÇA E A ÉTICA DO CUIDADO | ||||||||||||
| Autor(es): |
TANIA CONCEICAO PEREIRA |
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| Colaborador(es): |
ESTHER MARIA DE MAGALHAES ARANTES - Orientador |
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| Catalogação: | 25/NOV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74295@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74295 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O objetivo desta monografia é refletir sobre o acolhimento institucional de crianças e adolescentes a partir da seguinte pergunta: Por que algumas instituições de acolhimento não são consideradas adequadas ao propósito de acolher e cuidar de crianças e adolescentes?. Para respondê-la, faço uma breve retrospectiva sobre o acolhimento institucional desde a criação da primeira instituição em 1726, mostrando como as crianças e os adolescentes eram tratados em diferentes instituições sustentadas
por um poder disciplinar que mais controla do que acolhe. Em seguida, apresento minha experiência no campo com estagiária quando tive a oportunidade de conhecer duas instituições de acolhimento no Rio de Janeiro, uma pública e outra particular,
entrevistando alguns adolescentes, e as reflexões dela oriundas. Também mostro duas experiências, consideradas boas práticas, uma no Brasil e outra na França, ambas sustentadas por uma base comum: cuidado, liberdade e cidadania. Finalmente, apresento
algumas considerações, embora provisórias e incompletas, deste trabalho, esperando que elas, de alguma forma, possam contribuir para que, intensificando o debate, o cuidado seja o principal motivo para que tenhamos ainda no presente o que apenas vislumbramos no futuro.
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