| Título: | A FEMINILIDADE E O FETICHISMO DIANTE DA CASTRAÇÃO | ||||||||||||
| Autor(es): |
JULIA CHINDLER SILVA |
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| Colaborador(es): |
TEREZINHA FERES CARNEIRO - Orientador |
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| Catalogação: | 19/NOV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=74188@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74188 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente estudo tem por objetivo discutir o conceito de feminilidade na obra freudiana. O trabalho retoma a ideia de um destino traçado pela anatomia, para então problematizá-la. Durante o texto a castração enquanto marca do feminino é contestada, a
partir da percepção de que o fio de Ariadne na obra freudiana é a referência fálica. Ou seja, diante de uma lógica falocêntrica a mulher não é vista como diferente, e sim, como faltante/ castrada. Por consequência seu destino natural seria ser mãe, trocando um objeto por outro, a fim de restaurar a plenitude fálica. Baseando-se nisso nos surgiu como questionamento a até então impossibilidade de uma mulher identificada com o feminino ocupar uma posição fetichista. A teoria freudiana menciona apenas homens fetichistas, partindo do pressuposto de que para eles a castração se constitui como horror, enquanto para as mulheres ela se inscreve como fato consumado, como destino.
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