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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: PSICOLOGIA HOSPITALAR E MASTECTOMIA: IMPACTOS À SAÚDE SEXUAL E QUALIDADE DE VIDA FEMININA
Autor(es): VICTORIA GUERRA COSTA A DE CARVALHO
Colaborador(es): JESUS LANDEIRA FERNANDEZ - Orientador
Catalogação: 06/NOV/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73844@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73844
Resumo:
A presente pesquisa tem como objetivo realizar uma investigação de quais implicações acarretam a mastectomia radical na saúde sexual das mulheres, assim como evidenciar aspectos importantes a respeito do suporte psicológico como parte essencial a ser realizado no cuidado oncológico. O trabalho conta com uma revisão bibliográfica e análise de diversos estudos de caso, discutindo como a retirada das mamas pode impactar negativamente em aspectos como autoestima, imagem corporal e sexualidade feminina e como afeta a qualidade de vida depois do fim do tratamento médico. O câncer de mama possui um aspecto físico, mas também se caracteriza por uma experiência subjetiva bastante complexa, exigindo uma abordagem interdisciplinar e humanizada. Sendo assim, o papel da Psicologia Hospitalar é fundamental para promover o acolhimento emocional da paciente, auxiliando na reconstrução de sua identidade e na ressignificação do próprio corpo nos momentos de pós-cirurgia. A escuta clínica é um dos primeiros passos, com a mediação de sentimentos como luto e vergonha, deve-se realizar a facilitação de estratégias para o enfrentamento psíquico, o tratamento acaba sendo fundamental para a mitigação do sofrimento subjetivo e restauração do bem-estar feminino. A análise demonstra como a ausência de suporte psicológico adequado é capaz de acentuar disfunções sexuais, dificultando o vínculo conjugal e acima de tudo comprometendo o processo de reabilitação da paciente. Como conclusão da pesquisa, constatou-se que o cuidado à mulher mastectomizada deve considerar não apenas aspectos como sua sobrevida, mas também as situações emocionais e psicossociais em que ela esteja envolvida como consequência do quadro médico de adoecimento.
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