| Título: | DIFERENÇAS NO PERFIL COMPORTAMENTAL DE PESSOAS COM E SEM TEA: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DE MARCADORES CLÍNICOS | ||||||||||||
| Autor(es): |
RENATO VIEIRA DA FONSECA DE MARCA |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
JESUS LANDEIRA FERNANDEZ - Orientador LUIS FLAVIO CHAVES ANUNCIACAO - Coorientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 06/NOV/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73841@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73841 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
Introdução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por
comportamentos repetitivos, interesses restritos e dificuldades em interações e
comunicações sociais.
Objetivo: O presente estudo se propõe a investigar se há diferenças comportamentais
associadas a queixas e domínios relativos ao TEA, assim como avaliar se a presença do
transtorno pode causar alterações comportamentais mais específicas.
Método: O estudo incluiu 2429 participantes, sendo 365 (15 porcento) diagnosticados com
TEA, e 2064 (85 15 porcento) sem nenhum diagnóstico mental relatado. O instrumento utilizado
avalia sintomas de TEA em quatro dimensões diferentes, sendo elas Comunicação
Social, Interação Social, Sensibilidade Sensorial, e Comportamento Repetitivo.
Comparações foram feitas utilizando modelos lineares.
Resultados: Todas as dimensões avaliadas foram significativamente diferentes entre os
grupos com e sem diagnóstico, com Sensibilidade Sensorial sendo a mais
discriminativa. Além disso, todos os comportamentos foram significativamente
diferentes, com especial relevância clínica para aspectos de interações sociais.
Conclusão: O estudo apresentou evidências exploratórias de possíveis marcadores
clínicos do TEA.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||