| Título: | FUNDOS LONG SHORT NO BRASIL: AVALIAÇÃO E COMPARAÇÃO | ||||||||||||
| Autor(es): |
FELIPE PEIXOTO DE AZEVEDO TONIETTO |
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| Colaborador(es): |
MARIA DE NAZARETH MACIEL - Orientador |
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| Catalogação: | 16/OUT/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73449@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73449 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Eu analisei o desempenho de fundos de investimento brasileiros, com foco em fundos Long Short Neutros e Direcionais, comparando-os com índices como Ibovespa e IBRX entre 2014 e 2018. Utilizei o Índice Sharpe para avaliar a relação risco-retorno, constatando que apenas 17 dos 31 fundos Long Short Neutros superaram o CDI, enquanto os fundos Direcionais apresentaram maior volatilidade e retornos menos consistentes. Minha pesquisa destaca que a gestão ativa no Brasil raramente gera retornos anormais significativos, com 41 por cento dos fundos analisados superando o Ibovespa, mas a maioria não justificando as altas taxas de administração. Concluí que fundos passivos, com menores taxas, são frequentemente mais atraentes para investidores.
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