| Título: | REELEIÇÃO: COMPORTAMENTO FISCAL DO INCUMBENTE SOB LIMITE DE GASTOS DE CAMPANHA | ||||||||||||
| Autor(es): |
GABRIEL FACUNDES MONTEIRO |
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| Colaborador(es): |
CLAUDIO ABRAMOVAY FERRAZ DO AMARAL - Orientador |
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| Catalogação: | 10/OUT/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73404@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73404 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Analisei o impacto do teto de gastos municipais sobre as despesas públicas no Nordeste brasileiro, utilizando dados de municípios onde o principal concorrente eleitoral gastou pelo menos 85 porcento do valor do incumbente. A metodologia empregou regressões para avaliar o efeito de um teto 25 porcento maior sobre despesas empenhadas por função, com testes de diferença em diferenças e controles para variáveis como população e renda per capita. Os resultados indicaram que o teto de gastos não gerou impactos significativos na maioria das funções orçamentárias, sugerindo que os municípios podem estar ajustando outras áreas para cumprir o limite, com implicações limitadas para a eficiência fiscal.
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