| Título: | A LITURGIA COMO FONTE E CUME DA IGREJA: HISTÓRIA, NATUREZA CONCILIAR E FORMAÇÃO MISSIONÁRIA À LUZ DO VATICANO II E DO PAPA FRANCISCO | ||||||||||||
| Autor(es): |
JOSIMAR SOARES DA SILVA |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
FABIO DE SOUZA BALBINO - Orientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 25/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73256@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73256 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
Esta monografia investiga a natureza teológica, pastoral e formativa da Liturgia
cristã, a partir de suas raízes bíblicas e patrísticas até sua compreensão atual no magistério
do Papa Francisco, com especial atenção à Constituição Sacrosanctum Concilium, do
Concílio Vaticano II. A pesquisa percorre o desenvolvimento histórico da Liturgia nos
primeiros séculos da Igreja, sua consolidação no Concílio de Trento e a renovação
conciliar operada pelo Vaticano II, que a define como fonte e cume da vida cristã.
Compreende-se a Liturgia como espaço sacramental da ação de Cristo e da participação
ativa do povo de Deus, tendo na Eucaristia seu ponto culminante, memorial vivo do
Mistério Pascal. A partir disso, analisa-se o magistério do Papa Francisco, especialmente
as exortações Evangelii Gaudium, Laudato Si e Desiderio Desideravi, onde a Liturgia é
apresentada como lugar de evangelização, misericórdia e cuidado da criação. A
celebração, nesse horizonte, não é apenas rito, mas experiência transformadora, que
forma os afetos, desperta o desejo de Deus e impulsiona a missão em saída. Assim, a
Liturgia é expressão viva da identidade da Igreja, memorial do amor de Deus e
antecipação do Reino. Sua formação, portanto, deve integrar coração, razão e ação,
despertando nos fiéis uma espiritualidade encarnada e comprometida com a vida concreta.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||