| Título: | A LINGUAGEM DOS SÍMBOLOS NA LITURGIA CATÓLICA: SIGNIFICADO, FORMAÇÃO E EXPRESSÕES CONTEMPORÂNEAS À LUZ DO CONCÍLIO VATICANO II E DA CARTA APOSTÓLICA DESIDERIO DESIDERAVI | ||||||||||||
| Autor(es): |
VINICIUS RODRIGUES DA ROCHA BRUM |
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| Colaborador(es): |
FABIO LUIZ DE SOUZA - Orientador |
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| Catalogação: | 25/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73238@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73238 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A Linguagem dos Símbolos na Liturgia Católica: Significado, Formação e
Expressões Contemporâneas à Luz do Concílio Vaticano II e da Carta Apostólica
Desiderio Desideravi: A liturgia católica é compreendida como uma linguagem
simbólica profunda e encarnada, essencial para o encontro com o mistério divino e a
formação integral do Povo de Deus, que, ao contrário de meros sinais, os símbolos
religiosos (como ritos, arte e o próprio espaço sagrado) tornam o transcendente
acessível e promovem a união do interior e do exterior do ser humano. Essa linguagem
objetiva da liturgia interpela o subjetivismo moderno, exigindo que o indivíduo volte a
ser capaz do símbolo para uma vivência autêntica da fé, conforme enfatizam Romano
Guardini e o Papa Francisco. O Concílio Vaticano II, com a Sacrosanctum Concilium,
impulsionou uma reforma para a plena, consciente e ativa participação dos fiéis,
revalorizando os símbolos e permitindo o uso da língua vernácula para tornar o
mistério mais acessível. No contexto contemporâneo, desafios como a secularização e
a superficialidade na participação demandam uma catequese litúrgica renovada e
mistagógica, capaz de conduzir os fiéis à experiência do sagrado e à compreensão
profunda dos símbolos. A arte de celebrar (ars celebrandi) emerge como um caminho
fundamental para essa redescoberta, pois guia a compreensão e a vivência dos
símbolos e ritos, plasmando a interioridade dos fiéis e revelando a ação do Espírito
Santo, transformando a liturgia em uma escola de fé e comunhão.
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