| Título: | MORTE, RENASCIMENTO E O PROCESSO DE INDIVUADAÇÃO | ||||||||||||
| Autor(es): |
GABRIELLA UTRINE ESTEVES |
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| Colaborador(es): |
ALVARO DE PINHEIRO GOUVEA - Orientador |
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| Catalogação: | 22/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73181@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73181 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho lançará um olhar sobre a morte em seus aspectos históricos e
culturais, compreendo o entrelaçamento destes com os aspectos subjetivos que fundamentam
o desenvolvimento do Eu. Nessa análise, serão ressaltados os comportamentos humanos
diante do morrer e como estes vem se dando atualmente no Ocidente, que segundo Phillipe
Àries (2012), vive um período de tabu da morte, cujas consequências aparecem em forma de
dissociação do Eu com sua totalidade e, consequentemente, no aparecimento de neuroses. A
base teórica deste trabalho será a da psicologia analítica, que compreende o sujeito como
dotado de uma potência criativa que almeja realizar-se em individualidade. Sendo assim, a
morte que será enfocada neste trabalho refere-se às mortes simbólicas que se fazem
necessárias para que o Eu respeite sua natureza que é a transformação e a individuação em Simesmo.
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