| Título: | BEBÊS QUE NÃO FABRICAM MÃES: A (DIFÍCIL) PARENTALIDADE NA PREMATURIDADE EXTREMA | ||||||||||||
| Autor(es): |
PILAR BRENA DA ROCHA LIMA |
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| Colaborador(es): |
SILVIA MARIA ABUJAMRA ZORNIG - Orientador |
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| Catalogação: | 22/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73168@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73168 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho visa refletir sobre o processo de parentalidade em casos de
prematuridade extrema. Com a finalidade de atingir tal objetivo foram revisitados
alguns conceitos winnicottianos como trauma, holding, handling, ambiente facilitador e
preocupação materna primária. Foi feita uma discussão sobre a parentalidade, a
prematuridade extrema e a atuação do psicólogo no ambiente da UTI neonatal.
Trabalhou-se com a hipótese de que há uma maior dificuldade dos bebês prematuros
extremos parentalizarem seus pais, tendo em vista que esses bebês ainda não possuem a
capacidade de interagir e responder às demandas afetivas da mãe e do pai. O psicólogo
é considerado, neste trabalho, como uma peça chave, capaz de auxiliar a família nos
impasses da parentalidade prematura.
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