| Título: | ESCOLAS E PRISÕES: CONCEITOS DIFERENTES E PRÁTICAS SEMELHANTES | ||||||||||||
| Autor(es): |
RICARDO BECKER BEZERRA CAVALCANTI |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
ESTHER MARIA DE MAGALHAES ARANTES - Orientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 22/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73160@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73160 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
Ao longo dos séculos, a instituição escolar é marcada por sua relação direta com a
história da educação, e sempre vinculada às demandas sociais de cada época. O
presente trabalho se propõe, a partir de uma reflexão e análise bibliográfica sobre
semelhanças entre escolas e prisões, discutir sobre as instituições disciplinares, assim
como a relação entre as políticas públicas de educação brasileiras e o encarceramento.
Identificar os possíveis interesses por detrás do fracasso escolar, pautado na ligação
entre a produção social da delinquência e seus reflexos na escolarização.
A partir disso, é possível se questionar acerca da incorporação da escola no interior das
unidades socioeducativas, tanto no que diz respeito aos entraves cotidianos ao seu
funcionamento, quanto em relação ao sentido da escola na vida dos adolescentes. Por
fim, este trabalho busca, de maneira reflexiva, tentar trazer um novo olhar acerca das
possibilidades de se pensar uma escola formadora de jovens críticos, autônomos e
livres, sobretudo nos espaços de privação de liberdade, ao se relacionar escolas e
prisões e ver que conceitos tão diferentes, não podem ter práticas tão comuns.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||