| Título: | PERSONALIDADE VERSUS FATORES SOCIODEMOGRÁFICOS: UM ESTUDO TRANSCULTURAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
ANNA FONTES FONSECA |
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| Colaborador(es): |
DANIEL CORREA MOGRABI - Orientador |
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| Catalogação: | 19/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73151@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73151 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Personalidade e cultura são duas dimensões inerentes entre si, embora estudos transculturais
de personalidade estejam subrepresentados na literatura. Lançando mão do estudo de Schmitt
et al. (2007), que fez uso do Big Five Inventory (BFI) para quantificar a personalidade de 56
países, o presente estudo comparou estes com outros dados de natureza socio-demografico-politico-cultural
nos mesmos países, para compreender melhor a relação do individual com o
coletivo, da personalidade com a cultura. Foram coletados dados de alfabetização,
mortalidade infantil, coeficiente Gini, tipo de governo atual, hemisfério, continente, religião e
idioma predominantes. Através de Correlações de Pearson e Testes T de Amostras
Independentes, os resultados apresentaram correlações significativas entre o fator de
Extroversão e a variável de religião (p igual a .04), Neuroticismo e mortalidade infantil (p igual a .005),
Abertura e religião (p igual a .01), Agradabilidade e tanto mortalidade infantil quanto alfabetização
(p menos que .001 e p igual a .001, respectivamente) e Conscienciosidade e as mesmas duas variáveis (p igual a
.001 e p igual a .003, respectivamente). Por meio da ANOVA, constatou-se diferenças
significativas entre os continentes: o fator Agradabilidade mostrou-se mais alto na África do
que na Europa (p igual a .01); o fator Conscienciosidade demonstrou índices mais altos na África
do que na Europa, na Ásia e na Oceania (p menor que .001); o fator Neuroticismo apresentou taxas
mais baixas na África do que na América do Sul, na América do Norte, na Ásia e na Oceania
(p igual a .02); e o fator Abertura revelou-se mais alto na América do Sul e do Norte do que na
Ásia e na Oceania (p igual a .02). Ao fim, debateu-se sobre as possíveis origens destas diferenças.
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