| Título: | O IM(POSSÍVEL) DA LINGUAGEM E A ESCRITA | ||||||||||||
| Autor(es): |
JULIA CARDOSO CÂMARA |
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| Colaborador(es): |
MARCUS ANDRE VIEIRA - Orientador |
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| Catalogação: | 19/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73141@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73141 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esta monografia procura analisar os conceitos de significado, significante e letra no
ensino de Jacques Lacan e verificar como estes dialogam com a obra literária de
Clarice Lispector. A leitura dos textos de Freud e Lacan com relação ao conceito de
sujeito em imersão na linguagem, nos leva a impasses que as próprias palavras
apresentam quando faltam no diálogo e na escrita. Isto coloca o sujeito em uma
posição ao mesmo tempo de faltante, mas também de movimento e trabalho de
elaboração dos conteúdos que são acessados. Há neste trabalho o reconhecimento
de um vazio estruturante (LACAN, 1999) mas também valorização do que
consegue ser dito e trabalhado apesar dele. O estudo perpassa diversas questões
da constituição de sujeito quando este se apresenta exatamente na distância entre o
que foi falado e o que não foi, até o questionamento do que é e como se apresenta a
letra na teoria de Lacan e nos textos de Lispector. Busca-se articular os conceitos
psicanalíticos com o que a autora apontou como seu esforço humano para
escrever e produzir. Freud e Lacan nos mostram a impossibilidade de se estar com
a e na linguagem como uma totalidade - Clarice tem a sensibilidade de perceber
e transmitir isto através da sua arte.
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