| Título: | MULHERES ENCARCERADAS: A ÓTICA DO MOVIMENTO FEMINISTA | ||||||||||||
| Autor(es): |
SOFIA ALVES BARROS |
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| Colaborador(es): |
CELIA FERREIRA NOVAES - Orientador |
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| Catalogação: | 18/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73123@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73123 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Diante de uma perspectiva de gênero, o presente trabalho estuda a realidade das
mulheres encarceradas mostrando a forma que não apenas a sociedade extramuros é
voltada para o sexo masculino, mas como também a sociedade intramuros. Essa falta de
atenção dada a essas mulheres se torna explícita em situações como a maternidade e a
falta de auxílio que as mães recebem, bem como a falta de cuidados ginecológicos
dentro do cárcere. Passamos também pelo abandono sofrido por essas mulheres, que na
grande maioria das vezes não recebem visitas frequentes, diferentemente dos casos de
homens encarcerados, nos quais se formam filas em frente as penitenciárias em dias de
visita. Em seguida, introduzimos a ideia de como o racismo e a criminalização da
pobreza influencia a vida carcerária, mostrando em dados a realidade de que a maioria
das mulheres em situação de cárcere são negras e pobres. Mostramos também a
diferença de tratamento que é recebida na área jurídica de acordo com a classe social do
cliente, usando casos atuais do país para exemplificar. Por fim, estudamos sobre a
homossexualidade e como a realidade carcerária influencia a vida afetiva e sexual
dessas mulheres. Abordamos a questão de muitas mulheres que mantinham apenas
relacionamentos heterossexuais antes do cárcere passarem a se relacionar com outras
mulheres intramuros e as razões para esse fato, além de mencionar a presença de
comportamentos heteronormativos mesmo em relacionamentos homossexuais.
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