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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
Consulta aos Conteúdos
Título: SINTOMAS DEPRESSIVOS NO ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL
Autor(es): ANTONIA PINHEIRO TEIXEIRA
Colaborador(es): HELENICE CHARCHAT FICHMAN - Orientador
Catalogação: 18/SET/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73106@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73106
Resumo:
Com o aumento da expectativa de vida, faz-se necessário estudar melhor os diferentes aspectos responsáveis pela qualidade de vida da população idosa. Mesmo no envelhecimento saudável, limitações decorrentes da idade avançada, perdas na vida pessoal e profissional e doenças contribuem para o aparecimento de sintomas depressivos nessa faixa etária. O presente estudo analisou a frequência de sintomas depressivos em 314 idosos saudáveis, usuários de casas de convivências do Rio de Janeiro, usando a Escala de Depressão Geriátrica de 15 itens. Destes, 277 eram mulheres e 37 eram homens. A idade variava entre 60 e 96 anos, (M igual a 73,00; DP igual a 7,04) e a escolaridade entre 0 a 22 anos (M igual a 9,65; DP igual a 5,49). A média do escore total do Mini Exame do Estado Mental foi de 24,97 (DP = 3,22) e da Escala de Depressão Geriátrica de 2,85 (DP igual a 3,09). Os resultados dos histogramas indicaram que mulheres, viúvos, idosos com alta escolaridade e entre 70 a 79 anos são mais suscetíveis a apresentarem maior frequência de sintomas depressivos, inclusive ultrapassando o ponto de corte. No entanto, as características observadas nos histogramas não se diferenciam de forma significativa, o que foi visto na correlação r de Pearson e na análise de variância one-way. A presença de sintomas depressivos se mostrou mais recorrente em mulheres, viúvos, idosos entre 70-79 anos e com escolaridade acima de 12 anos. Essa pesquisa teve algumas limitações significativas: a falta de variabilidade de sexo e uma amostra cognitivamente saudável com rede de apoio. Isso pode ter influenciado o número de idosos com indicativos de depressão, portanto, esses achados não podem ser generalizados para a população idosa.
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