| Título: | TEORIAS ECONÔMICAS E A CRISE AMERICANA DE 2008 | ||||||||||||
| Autor(es): |
PEDRO FISCHEL DERBANDER |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
ELIANE GOTTLIEB - Orientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 18/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73100@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73100 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
O trabalho analisa a crise financeira americana de 2008 sob as perspectivas das escolas econômicas Keynesiana e Austríaca, destacando suas diferenças fundamentais. Enquanto os Keynesianos defendem a intervenção governamental para estimular a demanda agregada e regular o sistema financeiro, os Austríacos criticam essas medidas, atribuindo a crise ao excesso de intervenção e à distorção dos juros artificiais. O texto explora as causas da crise, como a bolha imobiliária e a desregulação, as ações imediatas pós-crise, como os resgates bancários, e as consequências de longo prazo, como o aumento da dívida pública e a desigualdade. Conclui-se que ambas as escolas têm méritos e limitações, e a escolha entre elas depende do contexto econômico.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||