| Título: | OS MODELOS DE SUBJETIVIDADE DA MELANCOLIA E DA DEPRESSÃO CONTEMPORÂNEA À LUZ DA CLÍNICA PSICANALÍTICA | ||||||||||||
| Autor(es): |
OLÍVIA MARCOLAN ANDRADE |
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| Colaborador(es): |
SILVIA MARIA ABUJAMRA ZORNIG - Orientador |
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| Catalogação: | 18/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73096@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73096 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho se propõe abordar os modelos de subjetividade da melancolia e da
depressão contemporânea à luz da clínica psicanalítica. Para isso será realizado um estudo da
melancolia à luz da metapsicologia freudiana utilizando como elemento de distinção o
processo de luto visto que ambos remetem ao modo de se relacionarem à perda de um objeto.
Em relação a depressão contemporânea, contudo, a compreensão se dará a partir da noção de
crença narcísica. Apesar desses quadros apresentarem peculiaridades referentes aos modos de
organização subjetiva, a melancolia e a depressão contemporânea, estão inscritas em uma
mesma nosografia designada de sofrimento narcísico. Esse modo de sofrimento psíquico
concerne a questão da fragilidade na constituição do narcisismo em decorrência de
experiências traumáticas primitivas. Dessa forma, os sofrimentos narcísicos, se apresentam a
partir de uma configuração distinta daquela na qual ergueu-se a clínica psicanalítica clássica,
isto é, sob o modelo da neurose. Portanto, a tentativa de inscrever essas novas patologias no
modelo clínico clássico se apresenta insuficiente. Assim, psicanalistas contemporâneos, no
esforço de contemplar esses novos quadros passam a rever o modelo clínico clássico
considerando a necessidade de o analista assumir um novo lugar perante a esses sujeitos
assumindo, portanto, uma nova perspectiva no modo de se estabelecer a relação
transferencial.
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