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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: OS LIMITES DA PATOGNOMIA DOS SINTOMAS ALUCINATÓRIOS AUDITIVOS: O PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO NA PERSPECTIVA DA PSIQUIATRIA SOCIAL E DA PSIQUIATRIA CLÍNICA
Autor(es): JOAO TONINI OLIVEIRA TELLES
Colaborador(es): MARCUS ANDRE VIEIRA - Orientador
Catalogação: 18/SET/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73089@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73089
Resumo:
Esse presente trabalho se propõe a discutir a problemática do procedimento diagnóstico, pensando certos sintomas patognomônicos - mais precisamente alucinações auditivas - de quadros vinculados aos transtornos esquizofrênicos. O questionamento se dá na perspectiva de ser ou não eficiente uma formulação diagnóstica no processo de tratamento daquele sujeito que procura ajuda. A discussão de dá a partir de duas abordagens: a psiquiatria social, tendo como seu representante Marius Romme, psiquiatra belga, e a psiquiatria clínica, de Kurt Schneider. As duas correntes apresentam propostas diferentes a respeito do processo diagnóstico. Romme pensa a terapêutica no sentido dos sintomas, em sua pluralidade, sendo a queixa apresentada seu norte. Schneider, por outro lado, entende que um bom diagnóstico - derivado de uma boa observação clínica e de sintomas bem categorizados previamente - é imprescindível para o tratamento. Essas duas teorizações distintas não se anulam, apesar de discordantes. Ambas, tornando-se flexíveis frente aos seus limites, possuem as ferramentas necessárias para uma boa terapêutica. Contudo, há algo que se encontra nas duas correntes; a relação médico-paciente. E é justamente nessa relação que reside o diferencial entre um bom e um mal atendimento. É na ética do acolhimento, da modéstia e da sensibilidade com o outro que se propõe e se concretiza um bom profissional da saúde mental.
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