| Título: | FREEZE OR LET DIE: IMOBILIZAÇÃO E DISSOCIAÇÃO EM VÍTIMAS DE ESTUPRO: O QUE TEMOS A VER COM ISSO? | ||||||||||||
| Autor(es): |
PAMELA INDELLI SERRA MARQUES |
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| Colaborador(es): |
DANIEL CORREA MOGRABI - Orientador |
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| Catalogação: | 16/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=73002@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.73002 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho de conclusão de curso tem por objetivo discutir o papel do suporte social no desenvolvimento do Transtorno de Estresse Pós-Traumático em vítimas de estupro que apresentaram reações de imobilidade tônica e dissociação durante o evento traumático. Por se tratar de um tema ainda pouco abordado na literatura, procurou-se fundamentá-lo a partir de um panorama amplo, englobando diferentes camadas que poderiam colaborar para a produção dessa psicopatologia, segundo um modelo ecológico de saúde.
Por meio de uma revisão bibliográfica, buscou-se o levantamento de estudos sobre esses construtos e suas interseções com o campo da neurociência, a fim de explorar as relações entre processos cognitivos, afetos e reações defensivas. Desse modo, foi constatado o caráter adaptativo desses mecanismos durante um abuso sexual, e identificado o suporte social enquanto um fator protetivo para psicopatologias futuras. Essas evidências apontam a necessidade de repensar mitos compartilhados socialmente que colaboram para uma maior culpabilização dessas vítimas, bem como a proposição de novos modelos de tratamento que englobem intervenções adequadas para sintomas dissociativos.
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