| Título: | O DIONISÍACO NO TEATRO DA CRUELDADE: UMA PROVOCAÇÃO À INSURGÊNCIA DOS CORPOS E A NECESSIDADE DE SE REFAZER | ||||||||||||
| Autor(es): |
NINA RODRIGUES MALM |
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| Colaborador(es): |
JUNIA DE VILHENA - Orientador AUTERIVES MACIEL JUNIOR - Orientador |
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| Catalogação: | 15/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72961@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72961 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Esse estudo visa fazer uma investigação acerca da existência e sua possibilidade de expressão
na arte ou como a arte faz possível a existência, e para que possamos desenvolver o trabalho,
tomaremos como referencial teórico por escritos de Nietzsche e Artaud. A tragédia como
expressão artística mais elevada, que só acontece diante das forças da natureza Dionisíaco-Apolíneas,
o conceito de embriaguez e o fazer artístico em sua grandiosidade. Em seguida,
o Teatro da Crueldade de Antonin Artaud e seu dilaceramento de corpos e palavras,
resultando em uma completa transformação. Um estudo a cerca de uma arte absoluta e
irreversível, que se traça em experiência com a morte e destrói o humano em palco para
conservá-lo vivo em sua existência, devolvendo-o um corpo pleno de intensidade e potência.
O desafio de um artista, que cria e recria um modo de existência, que reconstitui seu corpo
sem órgãos e que age e vive espontânea arte.
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