| Título: | MASCULINIDADE E SAÚDE MENTAL: COMO OS MODELOS DE MASCULINIDADE NORMATIVA IMPACTAM A BUSCA POR PSICOTERAPIA | ||||||||||||
| Autor(es): |
GUILHERME ARANTES CANTERGIANI |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
GISELE DE ALELUIA VIEIRA - Orientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 09/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72835@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72835 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
Este trabalho tem como objetivo investigar os fatores que contribuem para a baixa adesão dos
homens à psicoterapia, compreendendo esse fenômeno como expressão de um processo histórico,
cultural e subjetivo vinculado à construção social da masculinidade. A partir do referencial das
teorias críticas de gênero e da Psicologia Social, analisa-se de que modo a masculinidade
normativa, estruturada sob a lógica patriarcal, influencia práticas de autocuidado e inibe a
expressão emocional masculina. Parte-se da hipótese de que a reticência masculina à clínica não
decorre da ausência de sofrimento, mas de um modelo normativo que valoriza a autossuficiência,
o controle emocional e a repressão da vulnerabilidade. Para tanto, são discutidos os papéis
desempenhados por instituições como a família, a escola, a mídia e o trabalho na reprodução desses
ideais, bem como as implicações subjetivas decorrentes dessa configuração, tais como o
silenciamento afetivo, o adoecimento psíquico e a prevalência de comportamentos autodestrutivos.
A metodologia adotada é de natureza qualitativa, com base em revisão bibliográfica
interdisciplinar. Conclui-se que repensar os referenciais de masculinidade é fundamental para
ampliar os sentidos do cuidado entre homens e tornar a psicoterapia um espaço de escuta possível,
acessível e transformador.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||