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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: DIFERENÇAS DE SEXO NA FREQUÊNCIA DO USO DE SUBSTÂNCIAS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM COMPORTAMENTOS PROBLEMÁTICOS DE APOSTAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
Autor(es): GABRIELLA LEITE DE AVELLAR TORRES
Colaborador(es): BRENO SANVICENTE VIEIRA - Orientador
Catalogação: 02/SET/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72758@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72758
Resumo:
Introdução: Homens e mulheres apresentam diferenças no desenvolvimento que se refletem em distintas vulnerabilidades a transtornos aditivos, incluindo o transtorno do jogo e os comportamentos problemáticos de apostas. O comportamento problemático de apostas é relacionado a inúmeros prejuízos e riscos, sendo um dos principais o uso de substâncias. Finalmente, sabe-se que a infância e a adolescência são fases de dimorfismos sexuais importantes e nas quais o surgimento de sintomas aditivos implicam em maiores riscos para a consolidação de transtornos. Objetivo: Comparar a frequência do uso de substâncias entre meninos e meninas com comportamento problemático de apostas através de uma revisão sistemática da literatura. Métodos: Seguindo diretrizes do PRISMA, buscas cruzaram termos sobre adolescência, uso de substâncias e apostas em quatro bases de dados. Foram incluídos estudos com amostras de crianças e adolescentes com comportamentos problemáticos de apostas e forneceram dados da frequência do uso de substâncias por sexo. As frequências foram comparadas para atingir o objetivo. Resultados: Oito estudos foram incluídos. Os dados foram inconclusivos, indicando limitações metodológicas na avaliação do uso de substâncias, reduzidas amostras femininas e heterogeneidade da avaliação dos comportamentos de apostas. Enquanto dados gerais apontaram maior prevalência do uso de substâncias, especialmente álcool e cannabis, entre meninos com sintomas de transtorno do jogo, em comparação às meninas, dados individuais indicaram resultados em diferentes direções. Para tabaco e outras drogas, também não foram encontradas diferenças consistentes entre os sexos. Conclusão: Apesar de indícios de maior risco para o uso de álcool e cannabis entre meninos com comportamento de jogo problemático, a literatura atual apresenta limitações relevantes, impedindo conclusões mais robustas. A ausência de dados claros se reflete na ausência de políticas dedicadas para a prevenção, ou o tratamento precoce de crianças e adolescentes com comportamentos problemáticos de apostas.
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