| Título: | MAAFA, COLONIALIDADE E PSICOLOGIA ANTIRRACISTA | ||||||||||||
| Autor(es): |
LUANA MARIA LEGG MACILLO |
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| Colaborador(es): |
MARIA HELENA RODRIGUES NAVAS ZAMORA - Orientador VIVIANE MENDES DE MORAES (AZA NJERI) - Coorientador |
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| Catalogação: | 02/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72751@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72751 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho propõe uma reflexão profunda sobre os impactos da Maafa (Ani,
1994) - o fenômeno de desumanização radical (Njeri, 2019) a que estão submetidos os
africanos do continente e das diásporas - e da colonialidade - permanência das estruturas
de poder coloniais - nas subjetividades, com foco em contribuir com uma psicologia
antirracista enquanto ciência e profissão. O tema é relevante visto que o Brasil é a maior
diáspora africana do mundo. Cerca de 4,6 milhões de africanos desembarcaram aqui
escravizadose 56.9 porcento da população se considera negra (soma entre os autodeclarados
pretos e pardos). Como metodologia foi feito um levantamento bibliográfico,
priorizando a afrocentricidade - abordagem epistemológica potente na contramão da
colonialidade e capaz de revolucionar a dinâmica do mundo e recarrilar na escala
da humanidade as diversas possibilidades de Ser e Estar que compõe o Povo Negro
(Njeri, 2020, p. 206) - e no sentido de busca pelas Epistemologias do Sul (Santos,
2009), como o olhar necessário para descolonizar o conhecimento em psicologia.
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