| Título: | SER TELA E TRAVESSIA: A CLÍNICA DA ADOLESCÊNCIA NA CONTEMPORANEIDADE E O MANEJO TRANSFERENCIAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
GIOVANNA MOREIRA BRAZ DE LIMA |
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| Colaborador(es): |
SILVIA MARIA ABUJAMRA ZORNIG - Orientador NATÁLIA DE OLIVEIRA DE PAULA CIDADE - Coorientador |
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| Catalogação: | 01/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72747@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72747 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho propõe uma reflexão sobre a clínica psicanalítica da adolescência na
contemporaneidade, tendo como eixo central a noção de desamparo e suas manifestações
no corpo e no ato. Parte-se da compreensão da adolescência como uma fase estruturante,
marcada por lutos, transformações psíquicas e corporais, e reorganizações narcísicas que
podem reencenar experiências precoces de desamparo. Frente às transformações
socioculturais atuais, como o enfraquecimento das funções parentais, a fragilidade dos
ideais e a precariedade dos laços sociais, observa-se o surgimento de novas formas de
sofrimento que escapam ao discurso e se manifestam por meio de sintomas corporais,
autolesões e, nas formas mais graves, passagens ao ato. A partir de autores como Green,
Alberti, Roussillon, Ogden, entre outros, defende-se a ideia da relação transferencial
como principal recurso perante a singularidade do sujeito e as manifestações
contemporâneas. Articulando teoria e clínica para pensar os atuais desafios da prática
psicanalítica com adolescentes, enxergamos a escuta analítica como sendo capaz de
sustentar a transferência mesmo diante do silêncio ou do excesso, abrindo espaço para
processos de simbolização e subjetivação.
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