| Título: | INVISIBILIZAÇÃO DO LUTO PERINATAL: REFLEXÕES PSICOLÓGICAS E ESTRATÉGIAS DE ACOLHIMENTO | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARIA CLARA MOTEFF PIMENTEL |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
SANDRA SALOMAO CARVALHO - Orientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 01/SET/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72745@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72745 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
O luto perinatal, dor tão particular da perda de um bebê que nem chegou a se desenvolver
plenamente ou que partiu logo após o nascimento, é um sofrimento constantemente
invisível aos olhos da sociedade e das instituições. É como se o mundo negasse um amor
que já existia, mesmo antes do primeiro abraço, e essa falta de reconhecimento social e
institucional torna a elaboração saudável do luto uma jornada solitária, gerando um peso
enorme de isolamento, culpa e sofrimento que insistem em se prolongar para pais e mães.
Este estudo, um mergulho em diversas obras e perspectivas, lança luz sobre essa
invisibilidade sob o olhar da psicologia, buscando entender os ecos emocionais e sociais
dessa realidade e, acima de tudo, propor caminhos de acolhimento. A jornada da pesquisa
revela que o despreparo de quem está na linha de frente da saúde e a ausência de um
mapa de como acolher esses pais intensificam ainda mais a dor, resultando em uma
vivência da perda que, muitas vezes, é solitária e silenciada. A grande conclusão é que
precisamos, urgentemente, fortalecer o acolhimento psicológico, aprimorar a assistência
e implementar políticas públicas que validem essa forma de luto, oferecendo um suporte
digno àqueles que vivem essa dolorosa experiência.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||