| Título: | A PRECARIEDADE DO TRABALHO PRISIONAL COMO DESESTÍMULO À REINTEGRAÇÃO SOCIAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
VICTOR HUGO MARRA R ALBERGARIA |
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| Colaborador(es): |
DANIELE GABRICH GUEIROS - Orientador |
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| Catalogação: | 27/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72706@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72706 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho monográfico tem por objeto a análise concreta e aprofundada da precariedade do trabalho prisional como fator de desestímulo à reintegração social. Inicialmente, foram elaborados três capítulos centrais para a compreensão do tema.
Embora o trabalho seja concebido nos presídios brasileiros como instrumento de ressocialização, a sua aplicação prática revela um cenário marcado por exploração econômica, ausência de regulamentação adequada e desproteção jurídica, fatores que desvirtuam a sua finalidade e o dissociam das exigências do mercado formal. A pesquisa contextualiza historicamente o trabalho prisional, evidenciando as suas raízes no período colonial e a sua trajetória como instrumento de controle social e exclusão econômica,
além de revelar os impactos do racismo sistêmico e da marginalização social. Diante da imprescindibilidade de reformar a atual dinâmica do trabalho prisional, o estudo se propõe a analisar propostas normativas e políticas públicas existentes que busquem alterar o estado de coisas atual, com base em experiências nacionais e internacionais voltadas à adoção de práticas mais humanizadas.
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