| Título: | DESIGUALDADE DE RAÇA E GÊNERO NO BRASIL: MOBILIDADE INTERGERACIONAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
CATARINA MARQUES R DA C WERLANG |
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| Colaborador(es): |
ARTHUR AMORIM BRAGANCA - Orientador |
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| Catalogação: | 26/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72704@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72704 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Estudei a mobilidade intergeracional no Brasil, com foco nas desigualdades de raça e gênero, analisando como a educação dos pais influencia os anos de estudo e os salários dos filhos em diferentes faixas etárias. Utilizei dados de regressão para três coortes (25-35, 35-45 e 45-55 anos) e constatei que a educação parental tem um impacto significativo na escolaridade dos filhos, mas a mobilidade é menor para negros, especialmente mulheres negras, que enfrentam estagnação salarial e menor acesso a oportunidades. As regiões Norte e Nordeste apresentam maior rigidez na mobilidade em comparação ao Sudeste, e a presença do pai no lar mostrou efeitos positivos, embora decrescentes nas gerações mais jovens. Apesar de avanços educacionais nas coortes mais recentes, as disparidades salariais persistem, destacando a necessidade de políticas públicas focadas em equidade para mitigar essas desigualdades.
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