| Título: | ANÁLISE DO IMPACTO DA DIVERSIDADE DE GÊNERO NOS ÓRGÃOS DE LIDERANÇA CORPORATIVOS SOBRE A PERFORMANCE FINANCEIRA DAS COMPANHIAS BRASILEIRAS LISTADAS EM BOLSA | ||||||||||||
| Autor(es): |
ISADORA GUIMARAES VALLE |
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| Colaborador(es): |
MARCIO GOMES PINTO GARCIA - Orientador GUSTAVO RIBEIRO SOARES PINTO - Coorientador |
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| Catalogação: | 25/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72642@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72642 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Em minha monografia, analisei o impacto da diversidade de gênero nos órgãos de liderança corporativos sobre a performance financeira das companhias brasileiras listadas na B3, utilizando dados de 2010 a 2021. A pesquisa revelou que, embora a presença de mulheres em conselhos de administração e diretorias tenha aumentado significativamente no período (de 5,6 por cento para 16,2 por cento nos conselhos e de 5,9 por cento para 11,5 por cento nas diretorias), essa diversidade não apresentou efeito estatisticamente significativo nos indicadores financeiros analisados (ROE, ROA e ROIC). Isso sugere que, no contexto brasileiro, a inclusão de mulheres em cargos de liderança ainda não se traduziu em impactos financeiros mensuráveis, possivelmente devido à baixa representatividade ou a efeitos de longo prazo que demandam mais tempo para se manifestarem.
A revisão bibliográfica mostrou resultados divergentes em outros países, com alguns estudos apontando impactos positivos da diversidade de gênero na performance financeira e não financeira das empresas, enquanto outros não encontraram relação significativa. No Brasil, setores como papel e celulose, e-commerce e financeiro se destacaram com maior presença feminina, enquanto agronegócio e educação ficaram para trás. Apesar da ausência de impacto financeiro imediato, a pesquisa reforça a importância de continuar estudando o tema, especialmente diante das novas regulamentações e da crescente relevância do ESG no mercado.
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