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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: O IMPACTO DOS PARADIGMAS ESG NA GOVERNANÇA CORPORATIVA: UMA ANÁLISE DA DISCUSSÃO SOBRE UMA REINVENÇÃO DO CAPITALISMO E SEUS POSSÍVEIS IMPACTOS NO PAPEL DOS GESTORES DAS CORPORAÇÕES, REVISITANDO O DEBATE SOBRE O DILEMA CORPORATIVO: STAKEHOLDER S SOCIETIES VS. SHAREHOLDER S SOCIETIES
Autor(es): MANOELA FERNANDES V MAZZA
Colaborador(es): STEFAN ALEXANDER - Orientador
Catalogação: 22/AGO/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72620@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72620
Resumo:
Muito provavelmente se você está inserido em um ambiente corporativo, é investidor ou apenas é alguém preocupado com o legado que as empresas deixam para sua comunidade ou até mesmo para o mundo, já deve ter ouvido falar dessas três letras: ESG. A sigla se refere à Environmental, Social and Governance, palavras em inglês para Ambiental, Social e Governança. As empresas que possuem esse selo são aquelas que incorporam questões ligadas à essas esferas como critério de práticas e investimentos. Neste trabalho, porém, não iremos tratar especificamente dos certificados ou categorias, apenas englobaremos as questões que a eles se referem e as trataremos como padrão ESG. Já existe na bibliografia críticas a partir do questionamento de se esse tipo de gestão não é responsável por destruir valor para a empresa e para os seus acionistas. Trataremos, inclusive, que a ideia de geração de valor muitas vezes anda em contramão com a busca incessante por atingir determinados indicadores, nesse caso especificamente os selos. Visto que há uma tendência inexorável ligadas a essas temáticas, é preciso reinventar o capitalismo e tudo aquilo que conhecemos sobre finanças corporativas? É preciso que as empresas deixem de ser shareholder s e passem a ser stakeholder s? O que muda na equação quando incluímos temas que antes eram considerados apenas externalidades do modelo? Os processos de tomada de decisão dentro das empresas devem se preocupar em deixar um patrimônio positivo para a comunidade ao seu entorno, mas de que forma isso significará criar valor? Todas essas questões levantadas, comprovando a relevância e a contemporaneidade do tema, o presente trabalho busca diagnosticar as práticas e a forma como estas devem ser implementadas dentro das corporações, sem necessariamente precisar de uma grande revolução para que ela seja value oriented. Vamos assumir que tais questões fazem parte do Zeitgeist e por isso deixaram de ser externalidade e precisam ser incluídas nos modelos. A partir desta abordagem, que vai trazer conceitos já difundidos dentro do escopo de Finanças Corporativas, vamos tentar explicar se aquilo que chamamos de práticas ESG são (ou não) compatíveis com o objetivo de maximizção do Valor para os Acionistas, ou Valor do Equity, o conceito de Shareholder s Corporation. E, no caso positivo, como deve ser definido a função objetivo e mandato dos administradores, para evitar ineficiências e custos de agência.
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