| Título: | RESTRIÇÃO À INTEGRAÇÃO VERTICAL NA INDÚSTRIA DE TELEVISÃO | ||||||||||||
| Autor(es): |
CAROLINA BUCHHEIM STERN |
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| Colaborador(es): |
LEONARDO BANDEIRA REZENDE - Orientador |
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| Catalogação: | 22/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72604@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72604 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O trabalho analisa a restrição à integração vertical na indústria de televisão por assinatura no Brasil, focando na Lei 12.485/2011 (Lei do SeAC), que proíbe a propriedade cruzada entre produtoras e distribuidoras de conteúdo. A pesquisa discute os benefícios econômicos da verticalização, como redução de custos de transação e eliminação da dupla marginalização, além de abordar os possíveis efeitos anticompetitivos, como o fechamento de mercado. O estudo também avalia o impacto do surgimento das plataformas de streaming (VoD), que operam de forma verticalizada e não são regulamentadas da mesma forma, criando uma assimetria regulatória. Conclui-se que, diante das mudanças no mercado e da crescente concorrência, a restrição à integração vertical na TV por assinatura tornou-se anacrônica e deveria ser revisada para garantir condições mais equitativas.
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