| Título: | A EVOLUÇÃO DA POBREZA INFANTIL DURANTE A PANDEMIA DE 2020 E O PAPEL DO AUXÍLIO EMERGENCIAL | ||||||||||||
| Autor(es): |
BRUNO RENAUX MENDES REIS |
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| Colaborador(es): |
MARCIO GOLD FIRMO - Orientador |
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| Catalogação: | 21/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72575@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72575 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O estudo analisa o impacto da pandemia de 2020 e do Auxílio Emergencial (AE) na pobreza infantil no Brasil, utilizando dados da PNAD COVID-19. A pesquisa demonstra que o AE foi crucial para mitigar os efeitos da crise, reduzindo a pobreza infantil em aproximadamente 20 pontos percentuais e a pobreza extrema em 82 porcento no pico do programa. Além disso, o trabalho destaca disparidades regionais e raciais, com o Nordeste apresentando as taxas mais altas de pobreza infantil (40 porcento) e o Sul as mais baixas (18 porcento). A análise contrafactual revela que, sem o AE, a pobreza infantil teria sido significativamente maior, especialmente entre famílias não brancas e nas regiões mais vulneráveis. O estudo também explora a eficácia do AE em diferentes faixas de renda, mostrando que o programa beneficiou desproporcionalmente domicílios com crianças, devido a transferências mais altas para mães solteiras. Conclui-se que políticas de transferência de renda, como o AE, são essenciais para proteger populações vulneráveis durante crises, embora seu impacto tenha diminuído após o corte nos valores em novembro de 2020.
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