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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: IMPACTOS DO TELETRABALHO NA PRODUTIVIDADE E NA PERFORMANCE ORGANIZACIONAL
Autor(es): VIVIAN DE LEMOS BRITTO B ANTONIO
Colaborador(es): GUSTAVO MAURICIO GONZAGA - Orientador
Catalogação: 20/AGO/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
[en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio.
Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72549@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72549
Resumo:
Este estudo aborda o impacto do teletrabalho na produtividade individual dos trabalhadores e na performance organizacional das empresas. O objetivo deste estudo é explorar evidências empíricas e revisões da literatura existentes que permitam investigar os benefícios e desafios associados ao teletrabalho, com um foco em entender as características desses trabalhadores remotos. A análise dos dados do módulo inédito Teletrabalho e Trabalho por meio de Plataformas Digitais, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), complementada por outras fontes como a Sondagem do Mercado de Trabalho (SMT) e Survey of Workplace Arrangements & Attitudes (SWAA), revelam um cenário em que o teletrabalho demonstra potencial para impulsionar eficiência, satisfação e flexibilidade operacional. No entanto, muitas firmas ainda se preocupam com o impacto do teletrabalho na produtividade de seus funcionários e com os desafios de gestão que acompanham essa nova modalidade. A parte empírica dessa pesquisa é baseada nos dados disponíveis da PNAD Contínua do primeiro trimestre de 2022 ao segundo trimestre de 2024. Os resultados indicam que o teletrabalho é adotado de forma desigual entre os grupos, sendo mais comum entre mulheres, trabalhadores com maior escolaridade e aqueles que trabalham por conta própria.
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