| Título: | PERSPECTIVAS NA PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL DO PROFISSIONAL DA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA: UMA REVISÃO NARRATIVA | ||||||||||||
| Autor(es): |
NATALI PAULA PUPE |
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| Colaborador(es): |
BRENO SANVICENTE VIEIRA - Orientador |
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| Catalogação: | 18/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72467@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72467 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Considerando os altos índices de sintomas psicopatológicos e burnout em
profissionais da área da saúde, em especial da equipe de enfermagem em oncologia
pediátrica, o objetivo deste estudo foi investigar programas e intervenções direcionadas a
esta população, visando a promoção da saúde mental. Para tanto, se realizou uma revisão
narrativa não sistemática. As buscas não revelaram programas com foco especial a esse
público. Em vista disso, realizamos um levantamento de programas voltados a
profissionais da saúde em geral, buscando indicar características que possam ser úteis a
proposições futuras. De 10 intervenções revisadas, as principais tendências identificadas
foram: capacitação dos profissionais em estratégias de manejo do estresse, psicoeducação
sobre os sintomas, espaço de troca de vivências entre os profissionais e identificação de
estratégias de coping. As intervenções apresentaram resultados positivos que, de maneira
geral, influenciam na qualidade de vida dos profissionais, bem como na qualidade dos
serviços prestados. Levando em conta a ausência de intervenções direcionadas aos
profissionais da oncologia pediátrica, surgem questionamentos sobre a necessidade, ou
não, de programas específicos à especialidade. Sugerimos que estudos aprofundem a
investigação quanto às diferenças entre especialidades clínicas, a fim de avaliar a
efetividade da intervenção e pensar em adaptações dentro da população testada, se
necessário.
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