| Título: | REGRESSO E NOVO COMEÇO: O CONCEITO DE REGRESSÃO NAS TEORIAS DE FREUD, WINNICOTT E BALINT | ||||||||||||
| Autor(es): |
ROBERTA CALCADO VINHAES |
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| Colaborador(es): |
CARLOS AUGUSTO PEIXOTO JUNIOR - Orientador |
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| Catalogação: | 15/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72457@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72457 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho tem como objetivo pensar o conceito de regressão para a
psicanálise a partir de três de seus teóricos: Freud, Winnicott e Balint. Partimos de um
entendimento mais descritivo apresentado pelo fundador da psicanálise, que pensou a
regressão mais enquanto processo intrapsíquico, para chegar então até os dois autores do
Middle Group, que apresentam uma perspectiva mais relacional e portanto interpsíquica. Em
Freud, podemos acompanhar o desenvolvimento do conceito desde a teorização do
funcionamento onírico e a primeira tópica até as reformulações do segundo dualismo
pulsional, quando passa a ser relacionado à compulsão à repetição e à pulsão de morte. Em
Winnicott e Balint, aborda-se a importância da regressão enquanto fenômeno clínico e como
acesso à vida primitiva. Para ambos, entende-se que com o devido manejo e ambiente, o
processo da regressão na clínica pode servir como viabilizador de uma atualização no
desenvolvimento em um sentido de saúde. Ao longo dos capítulos, apontamos as
semelhanças e diferenças entre os autores afim de compreender o lugar da regressão na
clínica tradicional e na clínica relacional para, por fim, se aproximar da importância do
conceito na clínica contemporânea.
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