| Título: | PULSÃO DE MORTE: ENTRE A PROEMINÊNCIA COM FREUD, O PAPEL DE COADJUVANTE EM FERENCZI E A REJEIÇÃO POR WINNICOTT | ||||||||||||
| Autor(es): |
FELIPE COTIA LYRA DA SILVA |
||||||||||||
| Colaborador(es): |
CARLOS AUGUSTO PEIXOTO JUNIOR - Orientador |
||||||||||||
| Catalogação: | 15/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
||||||||||
| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
||||||||||||
| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72443@1 |
||||||||||||
| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72443 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
|
O presente trabalho tem por objetivo explorar diferentes acepções acerca de um conceito sobre o qual parece haver pouco consenso no campo da psicanálise: a pulsão de morte. Para tal, escolhemos três autores com perspectivas distintas: Sigmund Freud, Sándor Ferenczi e Donald Woods Winnicott. Em Freud, encontramos a gênese da pulsão de morte, que, após uma apresentação marcada por dúvidas, adquiriu proeminência em sua teoria, consolidando-se como uma força inata, inexorável, e o maior empecilho para os empreendimentos humanos tanto no âmbito individual, quanto no coletivo. Na obra de Ferenczi, o conceito é relegado a uma posição de coadjuvante, e notamos a sua subordinação à influência do ambiente, conforme o autor húngaro passou a conduzir suas proposições a nível de teoria e técnica pelo campo relacional, intersubjetivo. Finalmente, Winnicott rejeitou a pulsão de morte por completo, apresentando como alternativa o atendimento às necessidades do indivíduo que o ambiente deve prover no contexto do desenvolvimento emocional primitivo, isto é, do início da vida. Identificamos, ainda, quatro eixos fundamentais na proposta freudiana original da pulsão de morte: a compulsão à repetição, o trauma, o retorno ao inorgânico e a destrutividade. Ao longo dos três capítulos, exploramos como os autores escolhidos trabalharam cada um desses aspectos, ressaltando semelhanças e diferenças em suas perspectivas no intuito de atingir uma compreensão global mais aprofundada do lugar da pulsão de morte na teoria e técnica psicanalíticas.
|
|||||||||||||
|
|||||||||||||