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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: SÍNDROME DE BURNOUT EM PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL E MÉDIA NO BRASIL: UMA REVISÃO DA LITERATURA
Autor(es): JULIANA PINHEIRO DE LIMA FARME D AMOED
Colaborador(es): FELIPE KENJI SUDO - Orientador
Catalogação: 14/AGO/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72435@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72435
Resumo:
Burnout é uma síndrome psicológica relacionada ao mundo do trabalho. Ela surge como uma resposta aos estressores crônicos presentes no ambiente laboral. É composta por três dimensões: exaustão emocional, despersonalização ou cinismo e (falta de) realização profissional ou pessoal. É um modo de adoecimento marcado pela influência tanto de características do indivíduo, quanto da situação na qual ele está inserido e esteve, desde as primeiras pesquisas, ligado principalmente às profissões que requerem um contato intenso com outras pessoas, como as atividades nas áreas da saúde e da educação. Dentre as categorias profissionais, a classe dos professores tem predominado como a mais acometida por doenças que induzem ao afastamento do trabalho, sobretudo por transtornos mentais. Deste modo, o presente trabalho teve como objetivo realizar uma revisão sistemática da literatura acerca do burnout em professores dos ensinos fundamental e médio no Brasil, verificando quais os principais fatores de risco sociodemográficos e laborais para a síndrome. Buscou-se, também, verificar a existência de diferenças na manifestação da síndrome entre professores atuantes em escolas públicas e privadas e entre profissionais dos níveis de ensino fundamental e médio. A busca em variadas bases de dados encontrou, no total, 480 artigos. Destes, 30 foram selecionados a partir dos critérios de inclusão e exclusão definidos. Com exceção da variável demográfica idade, os resultados indicam uma maior capacidade preditiva das variáveis laborais. Entre elas, carga horária e número de alunos excessivos se destacam como fatores de risco. Indisciplina e violência por parte dos alunos e falta de participação nas decisões institucionais também se mostraram riscos importantes.
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