| Título: | CORRELATOS NEURAIS DA PRÁTICA DO MALABARISMO | ||||||||||||
| Autor(es): |
DANIEL DOS SANTOS CHAVES |
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| Colaborador(es): |
DANIEL CORREA MOGRABI - Orientador |
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| Catalogação: | 14/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72428@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72428 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho de conclusão de curso pretende explanar acerca da prática do
malabarismo como ferramenta de estímulo para a neuroplasticidade, baseando-se
principalmente nos estudos de Draganski (2004) e Scholz (2009), que defendem a hipótese de
que o jogo de malabares propicia um aumento das substâncias cerebral cinzenta e branca,
consequentemente um melhor desempenho e preparo psicomotor de qualquer indivíduo.
Para tanto, foi realizada uma pesquisa de cunho bibliográfico. Após caracterizarmos o
malabarismo como prática artística humana constituída histórica e socialmente, discorreremos
sucintamente sobre a história do circo no mundo e no Brasil, de maneira a ser observada a
chegada dos artistas circenses por Minas Gerais, a partir do século XV. De acordo com
Oliveira (1990).
Abordaremos ainda a pertinente relação das mãos humanas e sua relação com a cognição
através das contribuições de Ortega (2007), que salienta que a prática constante do exercício
motor determina a fluidez das técnicas, relacionando seus estudos à pesquisa de Duarte (1995)
acerca do treinamento artístico os artistas circenses e malabaristas em Minas, no século XIX.
A fundamentação deste trabalho está alicerçada em relatos de Draganski, que afirma que o
malabarismo colabora para o aumento da massa cinzenta cerebral, de maneira a propiciar o
estímulo de regiões que atuam no fortalecimento da memória e da percepção visomotora dos
praticantes. Também citaremos os estudos de Scholz, que apresenta, analisa e organiza relatos
acerca da prática do malabarismo para o desenvolvimento da substância cerebral branca.
A respeito das funções das massas cinzenta e branca, definiremos suas características e
propriedades, com base nos pesquisadores Meneses (2011) e Arruda (2011) que nos
propiciaram uma leitura sistemática do tecido nervoso e seus componentes, conceitos tão
necessários para o chegarmos a nos aproximar do objetivo proposto.
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