| Título: | QUANDO A MORTE FAZ UMA VISITA: A REPERCUSSÃO DOS ESTILOS DE APEGO NO PROCESSO DE AJUSTAMENTO AO LUTO | ||||||||||||
| Autor(es): |
ANA CAROLINA PORTILHO LEITE |
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| Colaborador(es): |
ANDREA SEIXAS MAGALHAES - Orientador |
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| Catalogação: | 08/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72314@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72314 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho tem por objetivo relacionar os padrões de apego às reações de pesar do enlutado após a perda de um ente querido. Será abordado o percurso sócio histórico do homem perante a morte no ocidente, desde a Idade Média ao século XXI, e os fatores que influenciam na adaptação ao luto. Conceitua-se, a partir disso, a Teoria do Apego e o papel do apego no desenvolvimento humano. Serão apresentados os estilos de apego que foram classificados em crianças na Situação Estranha de Ainsworth (1978); e em adultos através de um estudo longitudinal feito por Main et al. (1985). Por fim, relacionam-se os padrões de apego seguro e inseguro a formas de lidar com o pesar e sofrimento durante o processo de luto. Conclui-se que enlutados que apresentam um estilo de apego seguro tem maior tendência a passar pelo ajustamento ao luto de forma menos sofrida ou intensa do que os enlutados cujo estilo de apego é o inseguro. Estes, por sua vez, têm a propensão de apresentar um processo
de luto complicado, dependendo da maneira como seu sistema de apego foi organizado durante a infância.
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