| Título: | APLICAÇÃO DO MODELO DE ALTMAN NA ANÁLISE DE SOLVÊNCIA DE 40 EMPRESAS BRASILEIRAS | ||||||||||||
| Autor(es): |
FELIPE ESPINOSA SANTOS RODRIGO BARBOSA DE ARRUDA COELHO |
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| Colaborador(es): |
RENATO DE VIVEIROS LIMA - Orientador |
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| Catalogação: | 07/AGO/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72227@1 [en] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=72227@2 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72227 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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Este trabalho de graduação analisa a aplicabilidade e as limitações do modelo Z-Score
de Altman como ferramenta para avaliação de risco de crédito corporativo no contexto
brasileiro. Diante da natureza muitas vezes qualitativa da análise de crédito, que contrasta com
modelos quantitativos consolidados na análise de ações, o estudo propôs a aplicação das três
principais versões do modelo de Altman em uma amostra de 40 grandes empresas
de capital aberto listadas na B3, com base em suas demonstrações financeiras de 2024. Os
resultados indicaram uma variação significativa nos escores entre as companhias, com o modelo
identificando corretamente empresas em notória dificuldade financeira.
Contudo, foi observada uma forte discrepância entre os escores Z e os ratings de crédito
atribuídos por agências de classificação de risco, especialmente em empresas de alta reputação.
A conclusão do estudo reforça que, embora o Z-Score seja uma ferramenta quantitativa
poderosa para um diagnóstico inicial e como sistema de alerta precoce de insolvência em um
horizonte de curto prazo, ele não substitui a complexidade da análise de crédito. Fatores
qualitativos - como governança, posicionamento estratégico, ambiente regulatório e o suporte
do controlador - são determinantes para a avaliação de risco e não são capturados pela fórmula,
explicando a divergência encontrada. O trabalho reitera, portanto, a natureza híbrida da análise
de crédito, que demanda a combinação indispensável entre rigor quantitativo e julgamento
qualitativo.
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