| Título: | O SOFRIMENTO PSÍQUICO DO PROFISSIONAL DE SAÚDE NO ENCONTRO COM A MORTE | ||||||||||||
| Autor(es): |
JULIANA GOIS TINOCO DE REZENDE |
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| Colaborador(es): |
ANDREA SEIXAS MAGALHAES - Orientador |
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| Catalogação: | 24/JUL/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=71839@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.71839 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A morte deslocada da casa dos moribundos para o hospital, passando a ser medicamente controlada, em decorrência de um extenso desenvolvimento tecnológico, foi retirada do convívio social e, portanto, negada socialmente. Essa ação social e coletiva de
negação da morte se faz presente, também, na formação dos profissionais de saúde, na medida em que reduz a prática profissional ao aspecto técnico e desconsidera a humanidade da equipe de saúde. Com isso, profissionais são formados com poucos recursos emocionais para enfrentar e lidar com a morte em seu cotidiano que, quando inevitavelmente acontece, acompanha a ideia de fracasso do saber e da técnica. Diante de situações em que a morte não pode ser vencida, se faz necessário compreender as repercussões dela no ambiente hospitalar para os profissionais de saúde, visto que não possuem tempo para elaboração da perda, muito menos espaço para compartilhamento das emoções e, por muitas vezes, não reconhecem essa experiência como um luto que deve ser vivido, elaborado e autorizado. O contato constante com o sofrimento e a morte, somado à outras condições insalubres no contexto ocupacional, contribuem para o adoecimento psíquico desses profissionais de saúde. Nesse sentido, a
educação para a morte foi apontada como um fator preventivo do desenvolvimento de um luto complicado e de um maior sofrimento posterior após a perda.
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