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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
Consulta aos Conteúdos
Título: O SUÍCIDIO NA POPULAÇÃO LGBT: UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA
Autor(es): ANA CECILIA BENTES DE MELO BARBOSA
Colaborador(es): MONAH WINOGRAD - Orientador
Catalogação: 22/JUL/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=71789@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.71789
Resumo:
As taxas de mortes por suicídio ultrapassam as taxas de mortes por guerras e homicídios juntas, caracterizando, assim, o suicídio como um grave problema de saúde pública mundial (OMS, 2014). Os comportamentos suicidas podem se manifestar em forma de ideações suicidas, planejamento suicida, tentativas de suicídio e, por fim, o suicídio consumado. Levando em consideração o fenômeno do suicídio, é possível identificar alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de um indivíduo apresentar algum desses comportamentos suicidas. Um importante fator de risco mencionado na literatura é um indivíduo ser parte de algum grupo minoritário, já que estes sofrem exclusão e discriminação constantes ao longo da vida, contribuindo para a piora da saúde mental. Um exemplo de grupo minoritário é a população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros); essa comunidade é estigmatizada e sofre preconceito por conta da orientação sexual e/ou identidade de gênero que se identificam. Esse estigma é, em grande parte, presente por conta do histórico de marginalização e patologização desses indivíduos - é uma população que acaba se distanciando do ideal normativo de sexualidade e de gênero presente na sociedade ocidental. Em razão de seu status minoritário, a população LGBT apresenta maiores taxas de transtornos mentais em relação aos seus pares cisheterossexuais, sendo a presença destes também um grande fator de risco para o aparecimento de comportamentos suicidas. Portanto, o presente trabalho busca entender a relação existente entre o fenômeno do suicídio e a população LGBT, procurando entender de que forma o estigma e o preconceito sofridos podem agravar a saúde mental da comunidade, aumentando as taxas de comportamentos suicidas e, também, os casos de suicídios consumados.
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