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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: BILINGUISMO E FLEXIBILIDADE COGNITIVA: DEFINIÇÕES, CONSEQUÊNCIAS E INCONSISTÊNCIAS
Autor(es): ALINE FAIERCHTEIN
Colaborador(es): HELENICE CHARCHAT FICHMAN - Orientador
Catalogação: 21/JUL/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=71762@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.71762
Resumo:
O bilinguismo tem se tornado cada vez mais relevante tendo-se em vista a quantidade de pessoas que vivenciam o fenômeno e a utilidade que o mesmo tem na sociedade atual globalizada. Entretanto, há ainda certa discussão quanto aos efeitos e consequências do mesmo quanto a ser algo vantajoso, desvantajoso, ou indiferente para aqueles que são bilíngues. A presente monografia teve como objetivo analisar diferentes estudos sobre o tema e suas repercussões especialmente na flexibilidade cognitiva e também no controle inibitório. Dessa forma, este trabalho visa tirar certas conclusões sobre a literatura que trata do bilinguismo e poder, assim, contribuir para futuros artigos, aqueles que promovem uma educação bilíngue, e para os próprios indivíduos bilíngues terem uma visão mais clara de como funcionam. Foi abordado primeiramente as diversas definições do bilinguismo e a quem se aplicam, segundamente a aquisição de uma segunda língua em fases diferentes do desenvolvimento, terceiramente as principais consequências cognitivas do bilinguismo na flexibilidade cognitiva e, finalmente, chegou-se a uma conclusão sobre o discorrido. Esta foi a de que o bilinguismo parece ser vantajoso para a flexibilidade cognitiva, a idade de aquisição de uma segunda língua possui correlação negativa com a proficiência alcançada, e a maioria das publicações sobre o assunto se referem a sujeitos que adquiriram seu bilinguismo em decorrência de imigração e, portanto, os achados sobre o tópico podem se restringir a esse grupo.
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