| Título: | A PSICOSE ORDINÁRIA COMO PARADIGMA DOS NOVOS SINTOMAS? DO FENÔNEMO À ESTRUTURA NA ABORDAGEM PSICANALÍTICA DOS CASOS INCLASSIFICÁVEIS | ||||||||||||
| Autor(es): |
VICTOR HUGO AMORIM DE FRANCA |
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| Colaborador(es): |
FERNANDO RIBEIRO TENORIO - Orientador |
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| Catalogação: | 21/JUL/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=71754@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.71754 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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A presente monografia teve como objetivo investigar a posição psicopatológica dos sintomas contemporâneos ou novos sintomas na medida em que podem se apresentar como indícios discretos de uma estrutura psicótica, o que influencia decisivamente a condução do tratamento psicanalítico. Para isso, lançamos mão da noção de psicose ordinária. Para interrogá-la em sua abrangência, incluímos, além de uma passagem pela noção ela mesma, tanto em suas relações com a noção de estrutura psicótica e foraclusão do Nome-do-Pai, como em sua interface no meio psiquiátrico com o controverso diagnóstico de Transtorno de Personalidade, uma discussão sobre sua posição fronteiriça e controversa no interior da teorização lacaniana, já que pode apontar tanto para uma recuperação da clínica estrutural, ao revalorizar a diferença entre neurose e psicose, quanto para a clínica borromeana, orientada pelos nós e invenções singulares de suplência no horizonte de uma foraclusão generalizada,
(mitigando assim a distância entre neurose e psicose). Tendo em vista a criação de uma
nosografia psicanalítica por Freud, percorremos, de forma periodizada, as principais viragens e modelos nosográficos propostos por Freud, desde o artigo sobre as Neuropsicoses de Defesa. Como articulador entre o tema da psicose ordinária e dos novos sintomas, situamos a questão do laço social contemporâneo e seus efeitos sobre a subjetivação, que ora podem caminhar no sentido de uma melancolização, ora no sentido daquilo que Lacan denominou de efeitos de segregação, tendo ambas as direções uma convergência em torno da errância subjetiva produzida pela proliferação dos objetos a em sua positivação, o que tem um efeito de obturação da falta constitutiva de uma posição desejante.
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