| Título: | ELASTICIDADE DOS CUIDADOS PARENTAIS NAALFABETIZAÇÃO DOS FILHOS: REPERCUSSÕES DO CONTEXTO PANDÊMICO | ||||||||||||
| Autor(es): |
MARIA RAFAELA FADEL VEDOVANI |
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| Colaborador(es): |
REBECA NONATO MACHADO - Orientador |
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| Catalogação: | 17/JUL/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=71642@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.71642 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho visa analisar as repercussões do contexto pandêmico no exercício da parentalidade, especialmente, nas atividades de cuidado com os filhos em fase de alfabetização escolar, pensando na vivência de elasticidade dos papéis parentais
observada neste período. A partir da noção de como a autonomia dos membros da família têm se tornado importante na contemporaneidade e dos depoimentos de pais sobre a convivência no lar e as complicações do ensino remoto, percebeu-se a
necessidade da discussão deste tema. Para tanto, partindo de um referencial psicanalítico e das abordagens sistêmicas e psicanalíticas da clínica com famílias, foi preciso aprofundar os conhecimentos sobre a construção dos conceitos de infância e parentalidade, bem como sobre o exercício de cuidados com os filhos na contemporaneidade. Além disso, fez-se necessário definir a ideia de Ciclo evolutivo vital familiar e apontar as principais mudanças observadas nas famílias com filhos pequenos. Buscando fazer um diálogo com a psicologia do desenvolvimento e a educação, foram abordados aspectos e demandas do desenvolvimento infantil na fase de alfabetização escolar, pensando sobre as transformações dos papéis parentais, as aquisições psíquicas das crianças e a função escolar durante a pandemia. Por fim, foram apresentados relatos de pais e professores, publicados em artigos e revistas, sobre a experiência com o ensino remoto. Com base neles, gerou-se a reflexão de que as pessoas em geral trataram as dificuldades dos filhos na escola de maneira descontextualizada do social e do contexto pandêmico, como se ele não afetasse outras frentes como os estudos, e as vidas privadas de cada um, em outras palavras, como a dificuldade de aprendizado na pandemia foi tratada pelas pessoas de forma desconectada da interrupção do convívio social.
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