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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Estatística
Título: ANÁLISE ESTATÍSTICA DA EFICIÊNCIA EXERGÉTICA SOB MÚLTIPLOS INDICADORES DE UMA BIORREFINARIA PRODUZINDO ETANOL DE CANA-DE-AÇÚCAR E BIODIESEL DE MICROALGAS NO BRASIL
Autor(es): FERNANDO PAES DE CARVALHO FILHO
Colaborador(es): FLORIAN ALAIN YANNICK PRADELLE - Orientador
SERGIO LUIZ PINTO CASTINEIRAS FILHO - Coorientador
Catalogação: 14/JUL/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
Notas: [pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio.
[en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio.
Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=71553@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.71553
Resumo:
Este trabalho realiza uma análise exergética abrangente de uma biorrefinaria integrada teórica, que produz etanol a partir da cana-de-açúcar e biodiesel de microalgas no contexto brasileiro. Foram processados os dados simulados em um modelo numérico utilizando o software Aspen Hysys referentes aos balanços de massa e energia, contemplando cinco subsistemas principais (hidrólise enzimática, digestão anaeróbica, planta de etanol, sistema de cogeração e cultivo de microalgas) e o sistema global. A partir da caracterização detalhada das correntes materiais e energéticas de cada subsistema, foram calculados quatro indicadores distintos de eficiência exergética para treze cenários operacionais simulados, com o objetivo de proporcionar interpretações mais amplas e precisas do desempenho termodinâmico da planta. Os dados foram organizados em planilhas para realização de uma análise exergética aprofundada, considerando os fluxos de exergia nas entradas e saídas de cada subsistema. O primeiro indicador de eficiência foi definido como a razão entre a exergia total que sai e a exergia total que entra no volume de controle, sendo esta a forma mais tradicional de avaliação. O segundo indicador manteve no denominador o somatório de exergia que entra no subsistema, porém o numerador passou a descontar as perdas exergéticas do processo, resultando em valores distintos. O terceiro indicador conservou o numerador do segundo, mas, modificou o denominador, considerando apenas as diferenças entre correntes de exergia que atuam como força motriz para o funcionamento do subsistema. Por fim, o quarto indicador utilizou esse mesmo denominador, mas redefiniu o numerador como o somatório das correntes de exergia que representam efetivos ganhos gerados pelo subsistema. Após o cálculo de todas as eficiências, uma análise estatística foi desenvolvida para melhor entendimento. Os resultados evidenciaram que a planta de microalgas apresentou consistentemente os maiores valores médios de eficiência exergética e baixa variabilidade entre os casos simulados, indicando sua robustez operacional. Em contraste, o sistema de cogeração exibiu os menores valores de eficiência, assim como maior dispersão nos indicadores avaliados. A digestão anaeróbica demonstrou queda significativa na eficiência ao considerar irreversibilidades internas, destacando a relevância do 2º e 3º indicador para evitar superestimações. A comparação entre os indicadores revelou visões complementares sobre o desempenho dos subsistemas, evidenciando que abordagens alternativas podem captar nuances não observadas em métodos convencionais.
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