| Título: | IMPACTOS DA SEXUALIZAÇÃO PRECOCE NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL | ||||||||||||
| Autor(es): |
NATALIA SILVA BEVILAQUA ARAGAO |
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| Colaborador(es): |
LUCIANA FONTES PESSOA - Orientador |
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| Catalogação: | 25/JUN/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=71256@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.71256 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O presente trabalho visou promover uma discussão acerca da sexualização precoce e sua interferência no processo natural de desenvolvimento sexual infantil. Por meio da Teoria Bioecológica de Bronfenbrenner, pode-se visualizar, localizar e relacionar os principais sistemas envolvidos na problemática. Através de um recorte histórico da descoberta da infância, se questiona se a imagem do pequeno adulto foi superada. A articulação e reflexão dos elementos leva à compreensão de que o universo adulto e infantil ainda parece se misturar, visto que os artefatos culturais propagam simbolizações de crianças adultizadas e sexualizadas. A internet e as mídias digitais são concebidas como potencializadoras destas imagens. Também se demonstra que, historicamente, meninas são mais sexualizadas que meninos. As políticas públicas são discutidas a fim de compreender a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, contudo, a pedofilização social configura uma contradição no cumprimento destas leis. Por fim, considera-se necessário responsabilizar família, Estado e sociedade por levantar discursos sobre a sexualização precoce, que ainda parece invisibilizada.
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