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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
Consulta aos Conteúdos
Título: CORPOREIDADE NO ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA: CAMINHOS POSSÍVEIS NOS ENSINOS FUNDAMENTAL E MÉDIO, ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Autor(es): CHRISTIAN LISBOA
Colaborador(es): REJAN RODRIGUES GUEDES BRUNI - Orientador
Catalogação: 07/MAI/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=70314@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.70314
Resumo:
A partir das transformações históricas sobre as concepções de corpo, reflexiona-se como a educação ambiental pode valer-se do conceito de corporeidade, como conceito central, para promover práticas pedagógicas criativas que valorizem as diversidades biológica e cultural brasileiras, no ensino de ciências e biologia. Foi realizado um inventário bibliográfico sistemático de artigos, em periódicos científicos, o qual foi complementado por meio de busca cruzada para livros e capítulos de livros. Foram articuladas as palavras-chaves: corporeidade, educação ambiental, BNCC, práticas pedagógicas, ensino fundamental e ensino médio. Objetiva-se nesta monografia: investigar as metodologias atualmente aplicadas nas escolas; compreender como a corporeidade se insere no processo de ensino-aprendizagem; examinar como a corporeidade contribui para a educação ambiental transformadora e propor estratégias pedagógicas, alinhadas às diretrizes dos instrumentos legais do Ministério da Educação. O percurso deste trabalho apreendeu evidências sobre o papel da educação ambiental, enquanto disciplina, para o sucesso do ensino de ciências e biologia, no âmbito da educação básica, amparada pela LDB e PNEA. A produção bibliográfica evidencia a urgência de práticas formativas transformadoras, como um contraponto às ações pedagógicas conservacionistas, comumente praticadas. Os espaços não-formais de aprendizagem, constituem-se como locais privilegiados para ações pedagógicas, onde trilhas, hortas, parques, praças e aulas de campo se tornam espaços didáticos de relevância para contemplar aspectos naturais, sociais e culturais do meio ambiente. A corporeidade se insere, nesse contexto, como abordagem pedagógica, cujos corpos apreendem e expressam suas realidades locais. São muitos os caminhos para que o professor não só estimule corpos ativos em seus educandos, como também se reconheça, como cidadão transformador, através de seus testemunho e exemplo.
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