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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
Consulta aos Conteúdos
Título: O LEGADO DE ALEXANDRE DE GUSMÃO
Autor(es): THAMES LIMA BANDEIRA
Colaborador(es): JOAO DANIEL LIMA DE ALMEIDA - Orientador
Catalogação: 05/MAI/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=70230@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.70230
Resumo:
O período de colonização da América do Sul foi marcado pela celebração de Tratados com o objetivo de delimitar as possessões territoriais de Espanha e Portugal. Devido à carência de instrumentos cartográficos que realizassem com precisão tal demarcação, e aos movimentos de expansão territorial, a colônia lusitana, em meados do Século XVIII apresentava uma dimensão além dos limites impostos pelo Meridiano de Tordesilhas. Somando-se a esta tendência expansionista, as constantes hostilidades na região da Colônia do Sacramento tornaram urgente a necessidade da negociação de um novo acordo de limites: O Tratado de Madri de 1750. Com sua assinatura, a dominação da coroa de D. João V nas regiões da Amazônia, do Oeste e do Sul de sua colônia foi legalizada. Entretanto, o sucesso deste Tratado (em termos territoriais) fora possível graças à participação de Alexandre de Gusmão na política externa da Metrópole portuguesa, mais especificamente em relação ao processo de colonização da América. Este secretário percebera que sua coroa somente possuiria seus interesses expansionistas atendidos a partir da aplicação de dois princípios fundamentais ao novo acordo: o Uti Possidetis e os Limites Naturais. Assim, com a celebração do Tratado de Madri, torna-se possível a observação do legado de Alexandre no que tange à sua contribuição para o processo de formação das fronteiras que compõem o atual Estado brasileiro.
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