| Título: | COOPERAÇÃO E CONFLITO NA BACIA DO PRATA: UMA ANÁLISE DA POLÍTICA EXTERNA DO REGIME MILITAR A PARTIR DA ATUAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS E DO ITAMARATY (1973-1979) | ||||||||||||
| Autor(es): |
ANNA BARBARA DE ANDRADE ERTHAL |
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| Colaborador(es): |
SILVIA LEMGRUBER JULIANELE ANCIAES - Orientador |
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| Catalogação: | 24/ABR/2025 | Língua(s): | PORTUGUÊS - BRASIL |
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| Tipo: | TEXTO | Subtipo: | TRABALHO DE FIM DE CURSO | ||||||||||
| Notas: |
[pt] Todos os dados constantes dos documentos são de inteira responsabilidade de seus autores. Os dados utilizados nas descrições dos documentos estão em conformidade com os sistemas da administração da PUC-Rio. [en] All data contained in the documents are the sole responsibility of the authors. The data used in the descriptions of the documents are in conformity with the systems of the administration of PUC-Rio. |
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| Referência(s): |
[pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=70074@1 |
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| DOI: | https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.70074 | ||||||||||||
| Resumo: | |||||||||||||
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O objetivo principal da monografia é examinar os fatores domésticos que influenciaram na formulação e implementação da política externa brasileira no que concerne o conflito e a cooperação com os vizinhos do Prata durante o regime militar entre 1973 e 1979. A hipótese cuja correção se pretende verificar aponta que, apesar de o Itamaraty ter sido um importante policy maker no período, em questões consideradas estratégicas, como as rivalidades existentes na região do Prata, as Forças Armadas tomavam para si a responsabilidade da condução da ação externa do país. Dessa maneira, a partir da análise da participação desses atores no processo decisório brasileiro, percebe-se que os momentos de distanciamento estão ligados a maior atuação dos militares enquanto a busca por uma maior aproximação, concretizada no governo Figueiredo com o Acordo Tripartite, está relacionada à retomada do papel preponderante dos diplomatas no que tange os rumos da política externa do Brasil. Com isso, o objetivo de alçar o país a situação de potência regional (projeto Brasil-potência) ganhou novos traços uma vez que se optou pela cooperação em detrimento do conflito no relacionamento com os vizinhos do Cone Sul.
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