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TRABALHOS DE FIM DE CURSO @PUC-Rio
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Título: GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO PARA INVESTIDORES INDIVIDUAIS NO BRASIL
Autor(es): BERNARDO DE SEQUEIRA BATISTA CAMPOS
Colaborador(es): MARCELO NUNO CARNEIRO DE SOUSA - Orientador
Catalogação: 15/ABR/2025 Língua(s): PORTUGUÊS - BRASIL
Tipo: TEXTO Subtipo: TRABALHO DE FIM DE CURSO
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Referência(s): [pt] https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/projetosEspeciais/TFCs/consultas/conteudo.php?strSecao=resultado&nrSeq=70037@1
DOI: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.70037
Resumo:
Este trabalho pretende aplicar os fundamentos da Teoria Moderna do Portfólio, voltando-se para portfólios de investimentos de pessoas físicas, no Brasil. Utilizando-se de veículos de investimentos de fácil negociação e baixo custo ao investidor de varejo, como ETFs, aplicar-se-á o modelo de Markowitz (1952) afim de estimar uma fronteira eficiente. Os ativos elegíveis se dividem em três classes de ativos: Renda Fixa, Ações e Criptomoedas. Além disso, o trabalho se propõe a estimar portfólios eficientes para três perfis de investidor diferentes. Utilizando como referência o Código para Distribuição de Produtos de Investimento (ANBIMA, 2021) e a Instrução CVM 539/2013, serão definidos os perfis de investidor e os riscos aceitáveis para cada perfil (Conservador, Moderado e Arrojado). Ao construir os portfólios, pôde-se perceber carteiras diversificadas e com diferentes níveis de volatilidade para cada perfil. O ponto em comum entre os portfólios eficientes estimados para todos os perfis de investidor foi a presença de ETFs de ações, indo em divergência com o Código para Distribuição de Produtos de Investimento da ANBIMA. O Código sugere que, investidores que se encaixariam como Conservadores ou Moderados, não deveriam receber recomendações de investimentos diretamente em ações. Os resultados obtidos neste trabalho demonstram que a adoção da restrição do investimento em ações pode ser considerada ineficiente, do ponto de vista da Teoria Moderna do Portfólio.
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